A nossa responsabilidade para com a Criação

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Vivemos numa sociedade que cada vez se afasta mais da natureza. Comida, vestuário, objetos decorativos, entre tantos outros, tudo foi transformado pelo homem para que se tornasse mais lucrativo e apetecível, melhorando a qualidade de vida das pessoas. No entanto, será esta a atitude certa a adotar?

Embora se verifique a existência de alguma preocupação com a  mesma, o que é certo é que a incessante procura de poder e dinheiro por parte do homem leva-o a nem sempre respeitar as restantes criaturas que Deus criou, uma vez que este cuidado pode revelar-se dispendioso, ou menos lucrativo do que aquilo que é desejável.

Como filhos de Deus, sabemos que é o nosso dever amar as outras pessoas, sejam nossas irmãs na fé ou não. Mas qual a nossa responsabilidade para com o ambiente?

Na sua Palavra, Deus promete a sua bênção para aqueles que demonstrarem respeito e cuidado para com os animais (Deuteronómio 22:6-7). Para além disso, o respeito pela criação pode ser encarado como uma forma de louvor a Deus.

Que possamos também nesta área marcar a diferença, optando por um estilo de vida saudável e racional para que, mantendo uma boa qualidade de vida, possamos permitir a segurança das outras criaturas.

 

 

O amor de Deus e as pessoas com limitações

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As pessoas que possuem algum tipo de limitação, seja ela física ou não, constituem um outro grupo que ao longo do tempo sempre foi discriminado pela sociedade, por não se encaixar nos padrões impostos pela mesma. Em determinados episódios da História, existiram mesmo regimes políticos que procuraram exterminar estas pessoas. No entanto, como vê Deus estas pessoas?

Em Deuteronómio 27:18 e Levítico 19:14 Deus exorta-nos a respeitar as pessoas com limitações físicas, ajudando-as a superá-las.

De facto, grandes figuras da História possuíam na verdade uma limitação física e, conseguindo superá-la, marcaram a sua própria época.

Na verdade, Jesus ensinou-nos a amar o próximo como a nós mesmos. Devemos amar os outros independentemente da sua condição. Cada um de nós tem valor porque foi feito à imagem e semelhança de Deus, e não por causa da sua utilidade.

Que possamos amar o outro sem reservas, ajudando-o a ultrapassar as suas fragilidades. Não nos esqueçamos que é Deus que nos capacita a todos para fazer a Sua obra, e que as limitações humanas não são superiores ao poder de Deus para nos usar.

 

O Louvor a Deus

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Porque louvamos a Deus? O louvor é uma expressão de alegria e de gratidão por tudo aquilo que Deus fez por nós, pela sua bondade e misericórdia para com o Homem pecador. O verdadeiro louvor nasce da nossa comunhão com Deus e conhecimento da sua Palavra, que nos leva a reconhecer o infinito amor de Deus.

De salientar que o nosso louvor deve ser constante. Devemos dar graças a Deus por tudo aquilo que nos deu, quer estejamos a passar por um momento de tranquilidade e felicidade, quer estejamos no meio da mais dura tribulação, expressando confiança em Deus em todos os momentos da nossa vida. Para além disso, devemos louvar a Deus em tempo e fora de tempo, ou seja, não só dentro da Igreja, mas também na nossa casa, junto da nossa família, na nossa escola, emprego… Não devemos ter medo de louvar a Deus, mesmo na presença de pessoas que não são crentes (Mateus 10:32-33).

O louvor a Deus é muito associado à música. No entanto, a falta de dotes musicais não nos deve impedir de louvar a Deus. Na verdade, podemos ter excelentes dotes ao nível da música e louvar a Deus de forma hipócrita; ou não ser dotado para a música e adorar a Deus em espírito e em verdade mesmo assim. Com efeito, o louvor a Deus não se manifesta apenas pela música: podemos louvar através de outras formas de arte, através do nosso  trabalho, serviço a Deus… Podemos (e devemos)  louvar a Deus através da nossa própria vida, na forma como nos relacionamos com os outros e como obedecemos à Palavra de Deus.

 

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