O Poder da Nossa Língua

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Parece incrível como algo tão pequeno como a nossa língua possa afetar tão grandemente as nossas vidas a todos os níveis. Se é verdade que o que dizemos influencia os nossos relacionamentos, bem como o exemplo que transmitimos aos outros, também é verdade que a língua permite-nos lançar sementes para a nossa vida que podem ser boas ou más.

Através da nossa língua podemos dizer a verdade, ocultá-la, ou mesmo enganar os outros. Podemos usar a língua para ensinar, para provocar dissensões entre os que nos são próximos ou lisonjear alguém, entre tantas outras coisas.

Por outro lado, tudo aquilo que nós dizemos sobre as nossas vidas ou as vidas dos outros pode ser visto como uma semente que, mais cedo ou mais tarde, acabará por dar os seus frutos, ou seja, acabará por se concretizar. As consequências daquilo que dissermos serão boas ou más dependendo do facto de as nossas palavras serem elas próprias boas ou más.

Por fim, as nossas palavras acabam por ser um espelho de nós mesmos, já que “(…) do que há em abundância no coração, disso fala a boca (…)” (Mateus 12:34).

É impossível para o ser humano dominar a língua por completo, no entanto, possuímos a responsabilidade de a controlar e utilizar para o bem. Assim, também a nossa língua deve ser utilizada para o louvor a Deus, bem como para a nossa própria edificação e daqueles que nos estão próximos.

 

Qual a nossa prioridade máxima?

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A vida nos tempos que correm assume-se como uma autêntica correria, que muitas vezes leva a que nós prestemos mais atenção àquilo que surge como urgente, descurando o mais importante. Como cristãos, afirmamos que Jesus é nosso Senhor e Salvador, contudo, as nossas preocupações e afazeres fazem com que muitas vezes não tenhamos tempo para Deus.

No entanto, Deus promete-nos na Sua Palavra que se dermos a prioridade máxima ao Seu Reino, Ele cuidará de nós.

Dar a prioridade máxima a Deus não significa necessariamente servir na igreja, embora tal também seja importante. Passa, isso sim, por uma vida que reflita a vontade de Deus (através do nosso testemunho e da partilha do Evangelho com aqueles que ainda não o receberam). Este estilo de vida apenas é conseguido se tivermos intimidade com Deus e com a sua Palavra, interrogando-nos sobre o que Jesus faria se estivesse no nosso lugar sempre que tivermos que tomar uma decisão.

Infelizmente, parece-nos sempre existir uma desculpa para não começarmos desde já a dar a prioridade máxima a Deus. Os jovens acreditam que ainda têm muito tempo pela frente e, por enquanto, querem aproveitar a vida. Os adultos possuem uma vida profissional muito ocupada e têm de cuidar da família, não conseguindo disponibilizar tempo para Deus. Os idosos, por seu  lado, sentem-se cansados e acreditam que já não há nada que possam fazer pelo Reino de Deus. A verdade é que tudo depende da nossa determinação e, independentemente da idade que cada um de nós tenha, o melhor momento para começarmos a pôr Deus em primeiro lugar nas nossas vidas é agora.

 

Jesus, o Pão da Vida

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Enquanto seres humanos temos necessidade de, para podermos sobreviver, nos alimentarmos com alguma frequência. São os alimentos que nos permitem permanecer saudáveis e ter forças para suportar os esforços de cada dia da nossa vida. Todos temos bastante cuidado em garantir a nossa alimentação diária a nível físico, mas quantos de nós conseguem não descurar a nossa alimentação espiritual, no meio de tantas responsabilidades e preocupações?

Para todos aqueles que já aceitaram Jesus como Senhor e Salvador, alimentar o seu “homem espiritual” assume-se como essencial. Esta alimentação a nível espiritual é obtida através da leitura e meditação da Palavra de Deus, bem como através da oração. Por outras palavras, é obtida através da comunhão com Deus.

O tempo diário ocupado com a comunhão com Deus não é tempo perdido, mas sim ganho. Através da comunhão com Deus conseguimos não só fortalecer a nossa fé, mas também crescer em Cristo, discernindo melhor todas as coisas que nos separam de Deus, a fim de que nos possamos afastar delas. A comunhão com Deus é, como tal, imprescindível na nossa vida espiritual.

Para além disso, a comunhão com Deus também nos dá forças para o nosso dia-a-dia secular, ajudando-nos a superar, com Deus, os obstáculos com que nos vamos deparando.

 

 

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